A cirurgia consiste na separação do estômago em duas partes: uma menor, que receberá apenas alimentos e os passará para o intestino desviado e outra maior que produzirá suco digestivo que irá se misturar com os alimentos na junção das partes de intestino desviado. Estas modificações geram resposta de hormônios (incretinas) e estimulam o pâncreas a produzir mais insulina e também a diminuir a fome.
Os resultados demonstram remissão da doença, com melhora no quadro clínico, em aproximadamente 90% dos casos, mas o procedimento não é indicado para todas as pessoas, alerta o Dr. Mottin do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS (Porto Alegre). É preciso se enquadrar em critérios rigorosos, como avaliação multidisciplinar clínica, cirúrgica, nutricional e psicológica, e apresentar um quadro da doença não controlada.
Fonte: PUCRSS SAÚDE – MAI/JUN/JUL 2009
Data: 05/10/2009